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Eski Kerman, a antiga cidade das cavernas

Eski Kerman, a antiga cidade das cavernas

Eski Kermen (que significa Castelo Velho) é uma cidade medieval localizada a 6 quilômetro de Mangupa, na região de Bakhchisaray, sudoeste da península da Crimeia, país que fazia parte da extinta União Soviética. A cidade fica no cume de um planalto rochoso e achatado, local esse conhecido como “mesa”, muito comuns naquela parte da Crimeia. A região é famosa e muito conhecida por ter mais de 300 cavernas, esculpidas pelo homem nas pedras da região, formando uma verdadeira cidade.

Eski Kerman, a cidade das cavernas

As cavernas foram construídas no final do século 6, por bizantinos e foram utilizadas como habitação humana, dando segurança e abrigo nos rigorosos invernos daquela parte do planeta e posteriormente servindo de fortaleza. Ao longo dos séculos, a quantidade de habitações cresceram e abrigavam várias centenas de pessoas ao mesmo tempo. Foram construídas algo parecido com casamatas ao longo da borda do planalto, por onde se atiravam flechas, pedras e alcatrão fervente nos inimigos que ousavam tentar invadir o lugar.

A vida religiosa era importante na aldeia, e assim o lugar, chegou a ter seis igrejas construídas, também em cavernas. Restos do que era uma igreja ainda se pode ver afrescos que retratam a imagem de Cristo e Maria, pendurado na parede de pedra.

Eski Kerman, a cidade das cavernas

A “cidade das cavernas” era habitada até a chegada dos mongóis no século 13. Devido ao terreno montanhoso, a cidade era de difícil acesso e, portanto, um dos últimos lugares a sucumbir às investidas dos mongóis. Mais tarde, as cavernas foram abandonadas pelos moradores, por um breve período, e pessoas que moravam nas aldeia próxima, começaram a usar as cavernas para fins comerciais, vendendo provisões e artesanato para as caravanas que passavam na estrada abaixo, entre os planaltos. Atualmente, o que restou das cavernas são uma atração turística, trazendo visitantes de todos os lugares.

Mais imagens da antiga cidade das cavernas de Eski Kerman

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Crédito das fotos: 1

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“Verba volant, scripta manent” (As palavras voam, os escritos permanecem)

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