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Cono de Arita, a pirâmide enigmática

Perto da fronteira sul de Salar de Arizaro, a sexta maior planície de sal da terra e a segunda maior na Argentina, com 1.600 quilômetros quadrados, a setenta quilômetro da vila de Tolar Grande e Caipe, na província de Salta, encontra-se uma pirâmide vulcânica estranha. Um cone quase perfeito e considerado um dos mais perfeito do mundo, que se eleva de forma inesperada no meio da planície de sal, num dos lugares mais desabitado e isolado da Argentina.

Este é El Cono de Arita ou Cerro Cono, uma montanha que se eleva 122 metros acima da superfície do deserto de sal e a 3.689 metros acima do nível do mar. Seu nome vem da língua aymara onde arita significa “afiado/agudo“. A região é rica em sal formado entre cinco e dez milhões de anos atrás, quando um mar salgado pode ter coberto a terra, trazido à superfície pelo magma que fluiu do subsolo. Ferro, mármore, ônix, potássio, boro e cobre também são relativamente abundantes.

A inusitada montanha tem um significado religioso importante para o povo indígena de Tolar Grande. De acordo com os vestígios arqueológicos encontrados no cone, o lugar era um centro cerimonial, antes da chegada dos Incas. No início do século 20, acreditava-se que um cone tão perfeita só poderia ter sido construída pelo homem. Mas Cono de Arita é natural e acredita-se ser um pequeno vulcão que faltou força para irrompeu uma abertura e por isso nunca jogou lava ou desenvolveu uma cratera.

Cono de Arita também é um dos locais mais pródigos em avistamentos de UFOs e com vários incidentes relatados, como em abril de 1956, quando um UFO cilíndrico em forma de charuto sobrevoou o cone, quatro vezes no mesmo dia.

Fontes: 1 2

“Aprenda com o ontem, viva para o hoje, acredite no amanhã. O importante é não parar de questionar!”. – Albert Einstein

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